Geração Distribuída 2004 :
Agora está na lei !
Seminário na Bolsa de Valores RJ
Praça XV de Novembro, 20
Centro, Rio de Janeiro/RJ
14 e 15 de Setembro
Sobre o Evento
Uma das principais novidades introduzidas pelo novo marco regulatório do setor elétrico é o reconhecimento formal da geração distribuída-GD e da possibilidade de sua participação efetiva no suprimento de energia às concessionárias em diversas situações. O seminário visa apresentar e discutir as implicações práticas desse novo momento, tanto do setor elétrico como de setores com potencial de GD.
A GD, tecnicamente a geração elétrica feita junto ou próxima aos consumidores(conectada diretamente ao sistema de distribuição do comprador, conforme definida na regulamentação) incorpora ganhos para todo o sistema interligado. Destacam-se entre outras utilidades as menores perdas na transmissão, a redução das incertezas de planejamento devido ao reduzido tempo de implantação das centrais, a melhoria da qualidade da energia, a possibilidade de criação de serviços especiais, a redução da ociosidade e redundância dos sistemas existentes.
Também podemos citar a valorização dos resíduos combustíveis e uso da co-geração em que o calor/frio usado no processo produtivo é um subproduto da geração. Tudo isto contribui para produzir eletricidade competitiva com a gerada em geradores de grande porte.
No Brasil, vários fatores contribuem para tornar a GD um caminho importante a curto prazo, com destaque para a transmissão e a descoberta de novas e importantes reservas de gás natural. Além disso o país terá em breve uma política para o gás natural onde a co-geração ganhará importância por ser o uso mais eficiente do nobre combustível.
A oferta de energia elétrica no país se baseou na geração central e nos longos sistemas de transmissão. A GD altera este paradigma e seu desenvolvimento exige a cooperação entre antigos e novos atores.
Assim, potenciais geradores distribuídos precisam ter uma atitude pró-ativa para suprir suas necessidades de energia. Por outro lado, ao definir como tarefa central das distribuidoras a gestão do transporte da energia até os consumidores finais (atividade fio), a regulamentação retira resistências históricas à GD. No novo contexto, o suprimento da GD complementa, com vantagem, o sistema atual. Os órgãos de regulação e planejamento irão adaptar suas normas e conceitos e o setor financeiro deve encontrar fórmulas para financiar este segmento.
A entrada da GD cria um cenário propício ao desenvolvimento de uma nova cadeia de negócios na economia que propiciará vantagens a quem mais cedo perceber esta tendência e tomar as iniciativas corretas.
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Programa GD 2004
Atualização: 10/09/04
14 de Setembro - Manhã
Horário |
TEMAS
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08:00 - 08:30 |
Credenciamento e welcome-coffee
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08:30 - 09:00 |
Abertura dos trabalhos
Wagner Granja Victer, Secretário de Estado do Rio de Janeiro
Aloisio Vasconcelos, Diretor da ELETROBRÁS
Marcos José Marques, Presidente do Conselho Diretor do INEE
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09:00 - 10:30 |
O novo marco regulatório e as perspectivas da GD
O desenvolvimento da GD, incentivado pelo novo marco regulatório, impõe mudanças culturais aos atores do Setor. A mesa discute os prováveis caminhos destas mudanças, oportunidades e barreiras a serem superadas.
Coordenador: Pietro Erber, Consultor "As implicações da GD:uma especulação sobre o novo modelo"
Osório de Brito, Diretor do INEE
"Identificando e reduzindo Barreiras Regulatórias à GD"
Paulo Pedrosa, Diretor da ANEEL
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10:30 – 11:00 |
Coffee Break |
11:00 – 12:30 |
A GD e o Sistema Elétrico - nova fonte, menos incertezas
A GD complementa o Sistema Integrado Nacional em aspectos técnicos e econômicos, podendo reduzir custos e incertezas de planejamento. Esta mesa discute alguns destes aspectos.
Coordenador: Jayme Buarque de Hollanda, Diretor Geral do INEE
"GD: reduzindo incertezas e complementando a Geração Central"
Mário Veiga Pereira, Presidente da PSR Consultoria e Mercados
"A GD e as Redes de Distribuição"
Angelo Vian, Presidente da ABCE, Diretor Executivo da Themag
"GD e estabilidade do Sistema"
Mário Santos, Diretor Presidente do ONS
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12:30 – 14:00 |
Intervalo para almoço |
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14 de Setembro - Tarde
Horário |
Programa |
14:00 - 15:30 |
Experiência acumulada com a GD
Algumas empresas brasileiras,pioneiras no uso da GD, apresentam problemas e resultados experimentados e discutem expectativas para o futuro próximo, a partir do novo marco regulatório.
Coordenador: Zenon Meireles, Diretor da STEMAC
"Co-geração na ULBRA - uma experiência pioneira "
Luiz Carlos Moreira, Diretor Executivo da Fundação ULBRA
"A experiência da Usina Vale do Rosário com a GD"
Joaquim Heck, Diretor da Cia. Açucareira Vale do Rosário
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15:30 – 16:00 |
Coffee Break |
16:00 – 17:30 |
A GD e as empresas elétricas
A implantação de uma unidade de co-geração depende da ação articulada entre novos e tradicionais agentes do setor. Esta mesa aobrda experiências e alternativas criadadas pelo novo marco regulatório.
Coordenador: Antonio Rocha, Presidente da UTE Norte Fluminense
"Novo marco regulatório: aumentando a competitividade com a GD"
Adilson de Oliveira, professor do Instituto de Economia Industrial da UFRJ
"A GD e as distribuidoras elétricas : experiência acumulada e perspectivas"
Paulo Cesar Coelho Tavares, Vice Presidente da CPFL
"A GD e as empresas geradoras: oportunidade ou ameaça? "
José Carlos Miranda Farias , Superintendente de Suprimento da CHESF
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17:30 – 19:30 |
Coquetel de Confraternização |
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15 de setembro - Manhã
Horário |
Programa |
08:30 - 10:00 |
Estratégias para implementar a GD
A GD opera, normalmente, com mão de obra especializada. Esta mesa examina as vantagens de terceirizar esta atividade ou trabalhar com equipe própria.
Coordenador: Edison Tito Guimarães, Presidente da COGERAR
"A experiência brasileira na terceirização da GD"
André Augusto Teixeira, Presidente da Energy Works
"Operação e manutenção das utilidades com garantia de resultados"
Pedro Pradanos, Diretor da Dalkia
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10:00 – 10:30 |
Coffee Break |
10:30 - 12:00 |
Financiando a co-geração
As características da GD - empreendimentos de baixo risco, de potências pequenas e médias, e lastreado em outros setores da economia - impõem formas de financiamento diferentes das que são tradicionais no setor elétrico. A eficiência e o uso de fontes renováveis podem ainda atrair recursos de créditos de carbono.
Coordenador:Osório de Brito, Diretor do INEE
"Linhas do BNDES para financiar a GD"
Jaldir Freire Lima, Gerente da Área de Infra-estrutura, Depto. de Gás, Petróleo e Fontes Alternativas do BNDES
"Desafios e vantagens para financiamento da GD"
Pedro Batista, Analista do Banco Pactual
"Alavancando Projetos com Mecanismos de Créditos de Carbono"
Carlos Grieco, Econergy
| 12:00 – 14:00 |
Intervalo para almoço |
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Dia 15 de setembro - Tarde
Horário |
Programa |
14:00 - 15:30 |
As fontes de energia da GD
A GD utiliza diversas fontes primárias disponíveis em processos industriais e o gás natural, cuja política de distribuição começa a ser institucionalizada.
Coordenador:Carlos Roberto Silvestrin, Vice-presidente Executivo da COGEN-SP
Distribuição do gás natural e oportunidades para a co-geração
Antonio Luiz Fernandes dos Santos, Gerente de Tecnologia do Gás Natural da PETROBRAS
Gerando Energia Elétrica com biomassa da cana: início de um ciclo virtuoso
Isaias Macedo, UNICAMP
"Oportunidades não convencionais de co-geração na economia brasileira"
Luiz Augusto Horta Nogueira, professor do Instituto de Recursos Naturais da UNIFEI
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15:30 – 16:00 |
Coffee Break |
16:00 - 17:30 |
Mesa Redonda com George Vidor: a GD quebra um paradigma ?
Há indícios de que, dentro de dez anos, a GD possa estar respondendo por 10% da oferta de energia elétrica em nosso país, tal como acontece hoje nos EUA. Se assim for, investimentos em setores da economia sem tradição em energia elétrica terão permitido a instalação de novos 10 GW em GD. A mesa analisa esta mudança de paradigma e os benefícios que a mesma poderá trazer para o país.
Coordenador: George Vidor, jornalista
Mauro Thibau, Conselheiro de Energia da FIRJAN-RJ
José da Costa Carvalho Neto, Presidente Arcadis Logos Energia
Paulo Ludmer , Diretor Executivo da ABRACE
Angelo Vian, Presidente ABCE
Onório Kitayama, Assessor da UNICA
Xisto Vieira Filho, Presidente da ABRAGET
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Patrocínios e Apoios
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